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“A psicanálise é, em essência, uma cura pelo amor “ (Freud)
Cada história é única e merece ser ouvida. A psicanálise, por meio da palavra, possibilita a diminuição do sofrimento, ou uma nova elaboração acerca deste. Em uma análise, o psicanalista conduz o sujeito a se escutar e a encontrar novos significados e caminhos.
Por meio de uma escuta psicanalítica baseada na ética do cuidado, a psicanalista Vanessa Rodrigues oferece um espaço acolhedor, dando um lugar à angústia e possibilitando assim que o sujeito chegue mais perto de uma verdade sobre si.
É para a análise que podemos levar uma dor que é só nossa e, com muito trabalho, escrever por meio dela belas histórias. “Para Lacan, o analista é como um editor. Você chega com um texto e sai com outro. Mas o analista não escreve o texto: ele tira uma vírgula, põe um ponto, realça uma palavra, corta. O texto é seu, mas é ele quem edita.” (Pfeil, C., 2013)
Os efeitos de uma análise são singulares, pois
Em uma análise, não se tampona a dor, ou o vazio. Esta angústia deve ser escutada, olhada, o que dá a ela um lugar e possibilita ao analisando encontrar, por meio da palavra, aquilo que faz sentido para ele, podendo assim chegar mais perto de uma verdade sobre si mesmo.
M. A., Rondonópolis-MT
R. B., Rondonópolis-MT
R. B., Rondonópolis-MT
A.C. F., Jaciara-MT
J. C., Rondonópolis-MT
A.H., Curitiba - PR
Sou Vanessa Rodrigues, psicanalista, mestre em Saúde da Família pela Fiocruz de Brasília, membra co-fundadora do IAP – Instituto Atuar Psicanálise, onde mantenho minha formação contínua.
Minha jornada na psicanálise começou em 2008, ano em que experimentei o divã como analisanda pela primeira vez. A partir daí, comecei a adentrar a teoria psicanalítica, aproximando-me de escolas do Fórum do Campo Lacaniano, dando início aos estudos introdutórios de Freud e Lacan e “gestando” o desejo de analista.
Mantenho atualmente pelo IAP o grupo Arte & Psicanálise em diálogo, um espaço para percorrer os caminhos da arte em suas diferentes manifestações, sob a luz da psicanálise.
Sigo em formação contínua no Instituto Atuar Psicanálise, juntamente com meu compromisso com uma prática psicanalítica responsável, baseada no tripé essencial da formação de todo analista: formação teórica constante, análise pessoal e supervisão dos casos clínicos.
A psicanálise é um processo que permite dar contorno ao sentir e, através das palavras, alcançar transformação. Uma escuta psicanalítica pode lhe possibilitar chegar mais perto da verdade sobre si e abrir espaço para novas construções e novos caminhos, possibilitando reescrever, reordenar e ressignificar elementos da vida, a fim de que ela adquira uma nova versão. Um psicanalista não dá soluções. Ajuda a inventá-las.
A psicanálise está profundamente ligada à linguagem e se utiliza da palavra como ferramenta terapêutica. Ir construindo aos poucos um discurso ao longo de um percurso analítico pode gerar um tipo de alívio único, que não é o alívio de alguém ingênuo, que acredita que todos os problemas foram resolvidos, mas um alívio de quem os endereçou a uma escuta qualificada. Uma análise não arranca suas dores com as mãos como num passe de mágica, mas é sim um processo pois permite dar contorno ao sentir e, através das palavras, possibilita a construção de novos caminhos.
A formação de um psicanalista é sustentada por um tripé: análise pessoal por um longo período, formação teórica contínua em instituições ou escolas especializadas e supervisão dos atendimentos por um psicanalista experiente. Diferente da formação acadêmica, a psicanálise explora o saber inconsciente, que é experimentado e transmitido através da prática. Um longo percurso de análise pessoal é fundamental, pois é ali no divã, na exploração do próprio inconsciente, que nasce um psicanalista. Só pode sustentar este lugar de analista quem já atravessou um longo percurso de análise pessoal.
Não. Embora a psicanálise explore frequentemente a infância e o passado, seu foco não é permanecer preso a eles. Ao contrário, uma análise é sobre uma reinvenção atual, sobre o que será feito HOJE com as “peças” que fizeram parte desta construção e desta engrenagem desde o início da vida.
Não. Durante uma sessão de análise, o paciente é convidado a falar tudo o que lhe vier à mente, sem censura. Esta é a "regra de ouro" da psicanálise, chamada Associação Livre, estabelecida por Freud. Esse método permite que o analisando expresse seus pensamentos livremente, sem a obrigação de ser coerente ou correto, apenas dizer o que lhe vier à mente.
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